Puxa-sacos frequentam tanto a vida social quanto o ambiente das corporações. Na maioria da vezes são inconvenientes e desprovidos de senso crítico. Entre suas atividades mais comuns estão a falsa concordância, a pseudo colaboração e a bajulação sem limites a alguma pessoa ou grupo.

Ambientes politizados são mais propícios para este perfil, mas um fator preponderante para a proliferação de puxa-sacos é a falta de liderança nas organizações. Empresas com líderes fortes e seguros reduzem o espaço para este tipo de atitude.

O puxa-saco não se encaixa em organizações de alta performance, pois suas características não combinam com transparência, trabalho em grupo, orientação para resultados, meritocracia, criatividade e inovação.

Infelizmente esta postura pode ser vista em todos os níveis e perfis profissionais, independente de gênero, idade ou nacionalidade. Os puxa-sacos vivem sempre na dependência de outras inteligências, não têm opinião própria para pertencer genuinamente a um grupo.

Puxa-sacos podem sobreviver e até crescer em algumas organizações, mas dificilmente conquistarão o respeito genuíno e a admiração das pessoas.

Vamos nos policiar para não cair nessa cilada do puxa-saquismo!